quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

SOLENIDADE DO NATAL DO SENHOR


COMENTANDO A PALAVRA DE DEUS
Meus queridos Amigos e Irmãos na Fé!
“Alegremo-nos todos no Senhor:
Hoje nasceu o Salvador do mundo,
Desceu do céu a verdadeira paz!”(Sl 2,7).

ANÚNCIO NATALINO       
“Transcorridos muitos séculos desde que Deus criou o mundo
e fez o homem à sua imagem,JESUS CRISTO DEUS ETERNO E FILHO DO ETERNO PAI,
querendo santificar o mundo com a sua vinda,
foi concebido por obra do Espírito Santo e se fez homem; transcorridos nove meses nasceu da Virgem Maria em Belém de Judá.Eis o Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo a natureza humana.Venham, adoremos o Salvador.Ele é Emanuel, Deus Conosco.”
(Liturgia Diária de Dezembro de 2014 da Paulus, p. 76)

Nosso Comentário da Palavra da Solenidade do Natal do Senhor, tentará, resumidamente abordar as Celebrações da Noite de dia 24 e do Dia 25 de Dezembro!,
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Por isso, “Exultemos todos no Senhor: nasceu o salvador do mundo, do céu desceu a verdadeira paz e felicidade. Na fragilidade da criança, contemplamos a revelação de Deus na história da humanidade. Deus se encarna no humano para nos tornar mais divinos.
         
Todos somos convidados a formar coro com os anjos: glória a Deus no mais alto dos céus e paz na terra às pessoas de boa vontade. Jesus chegou até nós, trazendo-nos a salvação. Chegou a salvação dos pobres e oprimidos (Is 9,1-6). Por meio de Jesus, Deus entra na história da humanidade para dela fazer parte (Lc 2,1-14). A graça de Deus traz salvação a toda a humanidade (Ler Tt 2,11-14).
          Cristo, que nasce pobre em Belém, está entre nós na simplicidade do pão que compartilhamos, dando graças ao Pai. Com Maria e os pastores, reconheçamos e adoremos nosso Senhor.
          As promessas de Deus se cumprem: um menino nasceu para nós; ele é o príncipe da paz e a luz que brilha para o mundo, afastando toda treva. Na fragilidade da criança, Deus se torna presente em nosso meio. A palavra se fez pessoa e veio morar junto conosco.
          A luz se manifestou para iluminar os caminhos da humanidade, que anseia por paz e fraternidade. Acolhamos com alegria a palavra de Deus, força de vida e salvação. Deus vem trazer-nos paz e salvação. A palavra de Deus torna-se carne e habita entre nós. Ele nos fala diretamente por meio de seu Filho.
          Louvemos o Pai porque, com a encarnação de seu Filho, possibilita o encontro do divino com o humano. A palavra eterna do amor de Deus se fez homem, e nós vimos brilhar a sua luz” (cf. Liturgia Diária de Dezembro de 2014 da Paulus, pp. 74-84).
          Gosto muito da frase que se pronuncia, geralmente em voz baixa, durante o canto da preparação das oferendas na Missa, enquanto se coloca uma gota de água no cálice de vinho: “Pelo mistério desta água e deste vinho, possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade”. Penso que esta afirmação deveria ser dita em voz alta, pois sintetiza o evento do Natal do Senhor! Nossa participação de toda a História da Salvação é apenas uma gotinha de água, o mínimo, unicamente o esforço por acolher A palavra de Deus que se faz Pessoa igualzinha a nós em tudo, menos no pecado, remetendo-nos ao mais profundo conhecimento de Deus, na meiguice de um recém-nascido. Todo o resto Deus mesmo realiza em nós, na medida em que o permitimos agir.
A Natividade de Jesus é uma festa antiga. Esta celebração deita suas raízes na veneração da gruta em que o Senhor nasceu. No rito romano, como liturgia orgânica e já instituída somente tem-se notícia a partir do século IV, quando aparece pela primeira vez a data de 25 de dezembro, segundo os testemunhos de um antigo documento chamado Cronógrafo Romano.
          O que se celebra nesta liturgia é bem mais do que o aniversário do nascimento histórico de Jesus. É, em suma, a celebração de sua Páscoa vista sob a perspectiva de sua entrada no horizonte da história humana de modo inaudito e admirável, como sugere a bucólica cena do nascimento narrado no Evangelho de Lucas. Embora se possa (e deva!) localizar os feitos maravilhosos do Senhor no âmbito da história humana, que o ocidente convencionou consignar em “passado – presente – futuro”, a ação divina sempre precede e supera os nossos limites temporais e espaciais. Por isso, a liturgia divina quando celebrada se torna uma espécie de parêntesis no tempo cronológico, como momento da história da salvação que nos alcança aqui e agora, um acontecimento que deve ser lembrado em todo tempo e lugar.
          A celebração da Natividade do Senhor é festa de sua manifestação na carne, isto é, Deus vindo ao encontro da humanidade como pessoa humana: “sob véus de humildade podemos ver” o Deus invisível e eternal grandeza (Adeste Fidelis – Cristãos, vinde todos).
          Para Agostinho, no século V, a celebração do Natal do Senhor não tinha sentido de sacramento, era a recordação da Natividade de Jesus. Para o bispo de Hipona, o único sacramento era a Páscoa, pela qual os seres humanos e a criação inteira tinham sido reintegrados à sua origem, que é o próprio Deus, sumo bem. Será Leão Magno, no mesmo século e alguns anos mais tarde quem encontrará o sentido mistérico e por isso, sacramental, do Natal do Senhor. Para ele, a Natividade, celebração da encarnação do Verbo, está intimamente ligada à Páscoa. É seu início, pois, quando a Igreja celebra esta solenidade, comemora o aspecto do novo nascimento dos fiéis para uma vida redimida: ‘No momento em que vosso Filho assume nossa fraqueza, a natureza humana recebe uma incomparável dignidade: ao tornar-se um de nós, nós nos tornamos eternos’. Fica evidenciado o aspecto sacramental e pascal do Natal do Senhor.
Gosto de pensar como Deus dribla a humanidade, nascendo numa manjedoura, entre animais. Como se não bastasse, se permite anunciado em primeiro lugar aos mais simples dos simples: os pastores, durante uma fria madrugada. Talvez os únicos acordados naquela noite. Certamente os mais sensíveis e talvez os mais disponíveis para ouvir o jubiloso anúncio dos Anjos: “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens de boa vontade”, isto é, aos homens e mulheres de coração aberto para acolher, como que uma “manjedoura”, um recém-nascido envolvo em panos, Emanuel, o DEUS CONOSCO, a meiguice e fragilidade de um bebê. Simplesmente uma criança. Isto me convence que Deus é muito mais simples do que O complicamos! Basta estar aberto, atento, ser hospitaleiro e acolhedor. Basta ler a face do Senhor no semblante do Outro!
Feliz e santo Natal a todos!
Pe. Gilberto Kasper
(Ler Is 52,7-10; Sl 97(98); Hb 1,1-6 e Jo 1,1-18).

          

sábado, 20 de dezembro de 2014

QUARTO DOMINGO DO ADVENTO


COMENTANDO A PALAVRA DE DEUS
Meus queridos Amigos e Irmãos na Fé!
“Céus, deixai cair o orvalho;
nuvens, chovei o justo;
abra-se a terra e brote o Salvador!”(Is 45,8).

            Já no Quarto Domingo do Advento e às portas da Solenidade do Natal do Senhor, a liturgia dirige o nosso olhar para o anúncio do Anjo feito a Maria e para sua própria pessoa enquanto imagem da Igreja que aguarda a chegada do Natal. Para sublinhar em que ponto a celebração nos situa, recordemos nosso trajeto realizado: nos dois primeiros domingos do Advento escatológico, nossa expectativa foi reacendida em vista das realidades futuras e dos últimos tempos que Jesus inaugurou a partir de sua vinda histórica e sua glorificação. A acolhida do anúncio da Palavra de Deus nos preparou na direção desse evento derradeiro, que o povo da Primeira Aliança viu realizar na Igreja, como já participante das realidades futuras.
No terceiro domingo do Advento, com o olhar mais voltado para a vinda histórica, a Igreja se alegrou, como que antecipando aquilo a que se prepara e no canto de Maria, proclamou as maravilhas que Deus realizou por seu povo e continua a realizar por meio de Jesus e de seu Espírito. Nesse mesmo período iniciamos a novena do Natal do Senhor, intensificando a nossa espera e vigilância, enchendo nossas lâmpadas com o azeite da oração, adentrando no festim do noivo que veio ao nosso encontro. Cada domingo, como luz a iluminar nossos passos, nos conduziu a este momento, onde contemplamos a Virgem como a um espelho, onde podemos ver a imagem daquilo que a Igreja é chamada a ser: casa preparada por Deus, arca da Aliança e receptáculo do Mistério outrora escondido e que Deus, por imensa bondade, revelou a todos.
“Graças ao sim de Maria, Deus veio habitar entre nós na pessoa de Jesus. Todos devemos estar disponíveis para a ação do Espírito de Deus, acolhendo no coração o mistério da encarnação. A páscoa de Jesus se manifesta nas pessoas e grupos que se dispõem a receber a boa-nova trazida pelo anjo Gabriel.
De coração alegre e agradecido, acolhamos a Palavra de Deus. Ela nos mostra o plano divino de salvação e em Maria realiza a prometida encarnação do Salvador.
Deus quer caminhar com seu povo, e não ficar trancado no templo. Maria aceita a proposta de ser a mãe de Jesus. O mistério de Deus se revela à humanidade em Jesus encarnado.
Respondendo nosso amém à oração eucarística, aceitamos com gratidão o plano de Deus; acolhendo a palavra feita carne, deixamo-nos transformar, pelo Espírito, em novas criaturas” (cf. Liturgia Diária de Dezembro de 2014 da Paulus, pp. 64-67).
A celebração do quarto domingo, como último Domingo do Advento histórico, na mesma dinâmica do terceiro domingo, antecipa a realidade festiva que se desabrocha no Natal. Nesta celebração a Igreja é a receptora do anúncio do Anjo, participando da encarnação do Verbo ao acolher a Palavra proclamada, exercendo seu discipulado na escuta e na obediência e deixando realizar em seu seio a salvação esperada. Contudo, a chave messiânica da compreensão dos textos nos convida a perceber que a salvação principiou neste mistério e se completa na páscoa do Senhor, para a qual rumamos. Nós, que também já desfrutamos da vida divina em Cristo pela participação em sua páscoa, não devemos fazer o seu caminho de encontro com as realidades carentes de vida nova? Prolongar o anúncio do Anjo ao mundo, descobrindo a semente do Verbo nas realidades mais sofridas, não seria nossa resposta obediente, discipular e atenta à vontade do Pai? O Natal do Senhor se orienta e se aprofunda também na páscoa do mundo que anseia por vida nova e por salvação.
O mistério da encarnação, iniciando hoje com a anunciação do Anjo à Virgem, é aprofundado pelo mistério da cruz que nos leva à ressurreição. Segundo uma mensagem de Natal, “Para quem consciência ainda tem, o Natal  é dura cruz na casa de alguém”, poderemos nos encaminhar mais ligeiramente para o acontecimento natalino, se estivermos mais atentos e solícitos aos sofrimentos e cruzes que carregam os outros!
Com a Igreja, portanto, somos convidados a sentirmo-nos também grávidos do Senhor! Mais ainda: somos conclamados a “dar à luz ao Cristo não mais Menino, mas Ressuscitado”.  Por isso o Natal do Senhor precisa ser motivado por nossa missionariedade e discipulado a exemplo de Maria. Sejamos o porta-jóias de Jesus, anunciando-O com a própria vida ao mundo que nem sempre O reconhece em nossas incoerências. Quantas aparências, falsidades, mentiras, fingimentos e invejas atrapalham um verdadeiro Natal que não aborte Jesus, por conta do consumismo, hedonismo e individualismo! Sejamos livres para celebrarmos um Natal diferente, como nunca antes em nossa vida pessoal, comunitária e social!
Desejando-lhes muitas bênçãos, com ternura e gratidão, o abraço amigo,

Pe. Gilberto Kasper
    (Ler 2 Sm 7,1-5.8-12.14-16; Sl 88(89); Rm 16,25-27 e Lc 1,26-38).

sábado, 13 de dezembro de 2014

TERCEIRO DOMINGO DO ADVENTO


COMENTANDO A PALAVRA DE DEUS
GAUDETE – DOMINGO DA ALEGRIA

Meus queridos Amigos e Irmãos na Fé!
“Alegrai-vos sempre no Senhor.
De novo eu vos digo: alegrai-vos!
o Senhor está perto” (Fl 4,4s).

          “Celebramos com esperança, otimismo e muita fé o Terceiro Domingo do Advento – Gaudete – DOMINGO DA ALEGRIA! A exemplo do Profeta Isaías, todos devemos nos alegrar, pois o Senhor está próximo. João Batista aparece neste domingo para preparar o caminho de Jesus até nós.
          A Palavra de Deus proclamada neste Domingo nos apresenta o tema da alegria, pois o Espírito do Senhor está sobre nós, nos leva a rezar sem cessar e nos faz reconhecer em João Batista o mensageiro da vinda de Jesus.
A celebração é momento de exultação, pois Deus está em nosso meio. A missão de João Batista é apontar a luz para a humanidade. O desejo de Deus é ver-nos felizes. Mas o que significa, para nós, ser feliz?
          Com nossa ação de graças, reconheçamos que se realizou para nós o anúncio da libertação. Nosso Deus nos associa à alegria da sua vida nova” (cf. Liturgia Diária de Dezembro de 2014 da Paulus, pp. 47-49).
Por tradição, o Terceiro Domingo do Advento é denominado Domingo Gaudete, que significa Domingo da Alegria. Isso, porque a antífona de entrada começa com esta expressão: ‘Alegrai-vos sempre no Senhor’ (em latim Gaudete in Domino semper). Esta, portanto, é a chave para a compreensão dos textos bíblico-litúrgicos e eucológicos, assim como dos ritos e símbolos do Terceiro Domingo do Advento.
          A alegria de que trata a Liturgia deste domingo liga-se à proximidade da festa da Natividade do Senhor. A percepção de que já atravessamos mais da metade do caminho rumo à Noite Santa do Natal ilumina a celebração da comunidade de fé. Com razão a Oração da Igreja assim se exprime: “Levantai vossa cabeça, pois a vossa redenção se aproxima”. Portanto, o júbilo não se dá somente por que já se aproxima uma data memorável, mas sobretudo, porque as consequências do Mistério que nela se celebra já podem ser sentidas pela Igreja peregrina.
          O Terceiro Domingo do Advento – Gaudete é momento de passagem ou transição para a comunidade que celebra como o fora para os contemporâneos do Batista. Nós, como eles, somos atraídos para a “beira do Jordão”, a fim de permanecer de prontidão, à espera da travessia pascal que se inaugura com a revelação de Deus e se plenifica com a encarnação do Verbo.
          Nesse sentido, nosso olhar recai sobre o que se augura com a celebração Eucarística: “que estes sacramentos nos purifiquem dos pecados e nos preparem para as festas que se aproximam”. A preparação para a celebração da natividade e manifestação do Senhor na carne exige transpor o Jordão, passando pelas águas que nos liberam da maldade, da corrupção, da morte. Dito de outro modo, ao celebrar o Terceiro Domingo do Advento, a Igreja se alegra por estar à “beira” do Jordão, em poder levantar a cabeça e vislumbrar seu destino, que é a comunhão de vida com o Messias, cujas vozes proféticas de todos os tempos e lugares apontam e prenunciam, segundo a inteligência da fé.
          Dar graças, fazer eucaristia, corresponde de fato ao “nosso dever e salvação”, porque é no ato de buscar e reconhecer a presença de Deus, que nos percebemos salvos, mergulhados em sua vida. Damo-nos conta o quanto o Espírito Santo está sobre nós empurrando-nos para que demos testemunho da visita do Messias no mundo, alegrando os tristes, devolvendo a dignidade aos empobrecidos. A ação de graças recomendada por Paulo nos faz reconhecer que tudo quanto fora dito por Deus em promessa, cumpriu-se em seu Filho e se desdobra naqueles e naquelas que o servem e lhe são fiéis. Em suma, nossa fidelidade torna evidente aquele que nos chamou e é fiel no cumprimento de sua Palavra.
AGRADECIMENTO PELA DOAÇÃO NA COLETA PARA A EVANGELIZAÇÃO
          [É o domingo em que deveremos partilhar nossa pobreza, doando generosamente os frutos saborosos de nossos exercícios penitenciais e de abstinência propostos para o rico tempo do Advento! Não devemos dar qualquer “migalha” ou aquilo que nos sobra da compra de presentes de Natal. Recebemos um envelope destinado à Coleta para a Evangelização, que deveremos devolver, contendo o resultado daquilo que deixamos de gastar em favor dos que têm menos do que nós, bem como, para que Jesus Cristo seja conhecido e nosso povo evangelizado de sul a norte de nosso imenso País. Quem não tiver ou esquecer o envelope, coloque na coleta da esmola numa das Celebrações deste Domingo da Alegria sua doação, porque todas as Paróquias e Comunidades endereçarão o que recolherem, à Cúria Metropolitana, que por sua vez dará o destino certo à generosidade de nosso coração. Sejamos, portanto, honestos e justos, porque a Igreja no Brasil sobrevive com nossa corresponsabilidade!]
          Desde o início, a obra de evangelização e o trabalho da Igreja contaram com o apoio espiritual e material de todos os batizados. Motivados pela fé recebida e pela gratidão a Deus, todos os membros da Igreja são chamados a colaborar, de várias formas, para que o dom do Evangelho também chegue a outras pessoas.
          Além de vivenciar concretamente sua corresponsabilidade de batizado pelas obras de evangelização e do sustento de irmãos e irmãs empenhados nestas atividades, a sua participação o tornará mais disponível ao Senhor.
          Esta será a destinação de sua coleta: 45% para a sua Diocese; 20% para as 17 Subsedes da CNBB; e 35% para a CNBB Nacional.
          Deus lhe pague pela contribuição nesta importante coleta!
          O grande convite deste Domingo da AlegriaGAUDETE – é transpirar a esperança de que o Natal do Senhor nos ajude a promovermos maior dignidade entre as pessoas, sendo Anjos uns para os outros. Acendendo a vela rosa de nossas Coroas do Advento, possamos renovar o propósito de testemunharmos uma fé cheia de alegria, com sabor divino.
          Não nos esqueçamos de nossos gestos concretos, oferecendo quem sabe, como presente de Natal uma Bíblia ao invés de presentes perecíveis. A Palavra de Deus semeada no coração dos que amamos e dos que ainda não a conhecem, não perecerá. Ao contrário será alimento de vida a quem a acolher com alegria! Não falar mal de ninguém até o Natal poderá tornar-se um magnífico hábito entre irmãos que amam, ao longo do novo ano que se aproxima. Se não tivermos nada de bom a dizer sobre o outro, é melhor calar!
Desejando-lhes muitas bênçãos, com ternura e gratidão, o abraço amigo,
Pe. Gilberto Kasper

(Ler Is 61,1-2.10-11; Sl Lc 1; 1 Ts 5,16-24 e Jo 1,6-8.19-28).